Evolução
COMO A DOENÇA EVOLUI?
Desde o contágio, o progresso do vírus dentro do organismo é, geralmente, lento e dá-se ao longo de vários anos, até décadas. A média entre o contágio e a cirrose (estádio do fígado onde os danos já são permanentes) varia entre 20 e 30 anos.
Os estádios do fígado são mensurados assim:
F1 – Fibrose inicial
F2 – Fibrose intermediária
F3 – Fibrose avançada
F4 – Fibrose Hepática
O QUE É A FIBROSE HEPÁTICA?
O fígado, com o ataque contínuo do vírus, vai “descamando”. Porém, ele é um órgão com capacidade de regenerar-se e voltar a ser o que era.
A cada sequência de anos de ataque, o fígado apresenta um estádio. Isto é o resultado de várias “descamações”, que deixam cicatrizes como conseqüência. Os estádios são F1, F2 e F3.
Após uma série de décadas de ataque o fígado pode chegar a um ponto em que suas cicatrizes são tão fortes que não é mais possível regenerar-se. Este estádio é conhecido como Fibrose ou Cirrose Hepática.
EU TENHO CIRROSE. E AGORA?
A cirrose não é uma sentença de morte. Muitas pessoas convivem normalmente por anos, por décadas, por toda a vida com o que se chama “Cirrose compensada”.
A cirrose tem estádios. Ela pode ser inicial, compensada, onde o fígado realiza a maioria de suas funções normalmente – estádio chamado Child A.
A DESCOMPENSAÇÃO DA CIRROSE
O fígado, quando em estádio avançado de cirrose, começa a ficar mais mole, desmanchando-se e já não consegue produzir muitas das substâncias que são fundamentais para a digestão e filtragem do sangue.
SINTOMAS DA DESCOMPENSAÇÃO DO FÍGADO E SUAS COMPLICAÇÕES
Os primeiros sintomas que costumam aparecer são:
1-Vermelhidão nas mãos, pés e pernas;
2-Olhos amarelados.
Fase mais avançada:
1- Ascite (concentração de líquido no abdômen);
2- Icterícia (pele e olhos amarelados);
3- Confusão mental (encefalopatia).
Quando estes sintomas estão presentes, o caso geralmente é grave e requer o transplante de fígado.
Desde o contágio, o progresso do vírus dentro do organismo é, geralmente, lento e dá-se ao longo de vários anos, até décadas. A média entre o contágio e a cirrose (estádio do fígado onde os danos já são permanentes) varia entre 20 e 30 anos.
Os estádios do fígado são mensurados assim:
F1 – Fibrose inicial
F2 – Fibrose intermediária
F3 – Fibrose avançada
F4 – Fibrose Hepática
O QUE É A FIBROSE HEPÁTICA?
O fígado, com o ataque contínuo do vírus, vai “descamando”. Porém, ele é um órgão com capacidade de regenerar-se e voltar a ser o que era.
A cada sequência de anos de ataque, o fígado apresenta um estádio. Isto é o resultado de várias “descamações”, que deixam cicatrizes como conseqüência. Os estádios são F1, F2 e F3.
Após uma série de décadas de ataque o fígado pode chegar a um ponto em que suas cicatrizes são tão fortes que não é mais possível regenerar-se. Este estádio é conhecido como Fibrose ou Cirrose Hepática.
EU TENHO CIRROSE. E AGORA?
A cirrose não é uma sentença de morte. Muitas pessoas convivem normalmente por anos, por décadas, por toda a vida com o que se chama “Cirrose compensada”.
A cirrose tem estádios. Ela pode ser inicial, compensada, onde o fígado realiza a maioria de suas funções normalmente – estádio chamado Child A.
A DESCOMPENSAÇÃO DA CIRROSE
O fígado, quando em estádio avançado de cirrose, começa a ficar mais mole, desmanchando-se e já não consegue produzir muitas das substâncias que são fundamentais para a digestão e filtragem do sangue.
SINTOMAS DA DESCOMPENSAÇÃO DO FÍGADO E SUAS COMPLICAÇÕES
Os primeiros sintomas que costumam aparecer são:
1-Vermelhidão nas mãos, pés e pernas;
2-Olhos amarelados.
Fase mais avançada:
1- Ascite (concentração de líquido no abdômen);
2- Icterícia (pele e olhos amarelados);
3- Confusão mental (encefalopatia).
Quando estes sintomas estão presentes, o caso geralmente é grave e requer o transplante de fígado.

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